Com mãos se faz a paz se faz a guerra
“Com mãos se faz a paz se faz a guerra. Com mãos tudo se faz e se desfaz […]”
(“Mãos”, de Manuel Alegre)
E foi com as suas mãos que a prof.ª Adelina Pereira, com a colaboração das professoras Maria Figueiredo e Rosário Neves, fez nascer cravos no coração da comunidade escolar, na semana de 25 de abril até o dia 1 de maio. Maio, o mês no qual, em 1974, a revolução deu lugar a um processo revolucionário, que culminou na Constituição de 1976. Um gesto singelo da Biblioteca Escolar que semeou sorrisos e lembrou como os cravos de Celeste Martins Caeiro calaram e venceram as armas, no dia da LIBERDADE, mas que também é o dia da IGUALDADE/EQUIDADE e da FRATERNIDADE.
Foi com este espírito que, com a música do prof. Nuno Oliveira, os BiblioAmigos Santiago e Bárbara Barbosa, aos quais se juntou João Carvalhal, leram e interpretaram poemas de Manuel Alegre e de Sophia de Mello Breyner Andresen.
“A PAZ SEM VENCEDOR E SEM VENCIDOS
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Que o tempo que nos deste seja um novo
Recomeço de esperança e de justiça
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
[…]”
Sophia de Mello Breyner Andresen












