Exploração da novela gráfica Dita Dor, de António Jorge Gonçalves

De 7 a 14 de maio, as turmas de 9.º ano da Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo, no âmbito da disciplina de História, foram desafiadas a explorar excertos da novela gráfica Dita Dor, de António Jorge Gonçalves, com a professora bibliotecária, a propósito dos valores do 25 de Abril.

Esta obra foi considerada a melhor na categoria de banda desenhada infantojuvenil, na Feira do Livro de Bolonha 2025. Ao folheá-la, acompanhamos o dia a dia de António, um menino cuja vida familiar seria igual à de tantos outros meninos no tempo em que Portugal vivia numa ditadura. Com ele, percorremos uma época em que, na escola, nas ruas, em casa, um pouco por todo o lado, entrecruzado com a felicidade e as agruras próprias da vida, havia um contexto de medo, censura, guerra, desigualdade e pobreza. António olha em volta e faz perguntas sobre o que o rodeia. 

Os alunos construíram um padlet, em conjunto, sobre o conceito de liberdade e responderam a um questionário sobre os seus conhecimentos acerca do Estado Novo. Com esta atividade, os discentes foram desafiados a refletir sobre os conceitos de liberdade e de democracia, procurando estimular-lhes a curiosidade e o conhecimento sobre o 25 de Abril, questionar a garantia dos valores de Abril na atualidade e dar a conhecer uma novela gráfica como um género a selecionar para leitura orientada ou leitura recreativa.

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